21 outubro, 2012

Recomendo – parte 29

1. Jantar no restaurante Marinata (cozinha italiana), na Barra. O ambiente é climatizado, bem arrumadinho e agradável. Para a entrada, pão de alho - simplesmente perfeito!!!

2. Assinar o Netflix, uma espécie de videoteca online. O site dispõe de uma boa variedade de séries americanas de TV e filmes, dos mais diversos gêneros. A assinatura é super barata (R$ 15,00 por mês!) e embora não haja muitos títulos recentes, vale muito a pena. Aos poucos o site vai acrescentando mais opções para os usuários e o acesso é ilimitado.

3. O filme “A Outra”.

4. O filme “Tempo de Despertar”.

5. Encarar um novo desafio profissional. Pedra que rola não cria limo!

6. Conhecer Bariloche no inverno. Maravilhoso!!!

7. Polpas hidratantes para as mãos da Natura. Cheirosas e eficazes.

8. Para quem tem a boca ressecada, a pomada Bepantol. Não tem erro! Com poucos dias de uso (de preferência na hora de dormir) já se vê o resultado.



18 outubro, 2012

Mulher, o sexo difícil


Quando adolescente, lá por volta dos 15 anos, sofria bastante ao perceber que estava sendo excluída de alguma turma. A exclusão costuma ocorrer naturalmente em grupos formados por meninas. Mulheres são competitivas de nascença, gostam de fazer disputas das mais diversas naturezas, envolvendo desde a roupa usada numa festa até a ocupação de um cargo numa empresa. Mulheres chegam ser cruéis umas com as outras nessas guerrilhas cotidianas. Com o tempo fui considerando que dar atenção a isso nunca vale a pena, porque gera situações desagradáveis, cria barreiras, e acaba em desperdício de tempo e energia. Prefiro estar em paz, sem levar em conta as possíveis subestimações, provocações e as ignoradas básicas, e me revelar de verdade para quem se aproxima com o coração puro. Eu gosto de ser mulher, amo o universo feminino, cheio de “loções mágicas”, frufrus e cuidados, mas acho que ser homem é bem mais fácil.

Esquecendo as exceções, o homem não é de jogos, é mais sincero e menos preocupado com as “vantagens” que uns possam levar sobre os outros. Seus conflitos são abertos, todo mundo vê, não duram muito e nem são propiciadores de grandes fofocas. O homem não se veste para que os outros homens o rotulem como fashion, não corre para comprar determinada coisa porque o colega tem e ele não suporta estar por baixo. O homem não liga de acordar com a cara amassada, não se estressa por não ter encontrado uma celulite sequer na barriga do vizinho, não dá ataque de histeria e justifica com a TPM, não leva a sério as pequenas brincadeiras “depreciativas” dos amigos, não arma complôs, raramente julga o outro logo de início e, além disso tudo, suas brigas são de soco, e não de unhas na pele ou puxões de cabelo.

Ser homem é simples. Basta ser. Ser mulher é escolher a todo instante. Escolher a roupa, o dia, o lugar, as amigas, as palavras, o melhor ângulo.




03 outubro, 2012

Rede

É muito fácil agradecer a Deus pelo dia quando ele corre, digamos, “feliz”, ou seja, se faz um belo sol; quando você não pega engarrafamento e, de quebra, acha a melhor vaga do estacionamento; se consegue finalizar uma tarefa difícil com rapidez e qualidade... Mas há dias que começam com o chuveiro queimado ou com uma trágica xícara de café ao chão, dias que são verdadeiros testes, aqueles dias que “não são o nosso dia”, bem afinados com a tal “Lei de Murphy” - adágio popular da cultura ocidental que afirma que “se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará". Aliás, de onde veio essa lei besta mesmo? Também acho graça quando alguém repete a expressão “eu quero, eu posso, eu consigo”, como se tivesse o controle das situações.

É ingênuo acreditar que as coisas acontecem por acaso ou que somos os donos dos nossos destinos. Gosto de pedir a Deus que me guarde na palma da sua mão – como na singela saudação que recebi num e-mail recentemente. Cansa querer ter o poder sobre a vida, sobre os outros, sobre as circunstâncias.

Bom é ter um coração grato e paciente, mesmo nos dias “infelizes”, porque mesmo nesses dias “chatos”, “errados”, “tortos”, temos algo a aprender. A existência é interessante porque é imprevisível, porque Deus é criativo, fazendo de cada dia um dia diferente, conforme uma rede infinitamente complexa, com surpreendentes e incontáveis conexões entre pessoas e acontecimentos. Viver é ser um ponto minúsculo nessa rede e reconhecer, sem medo, o limite humano.