Tenho nada contra Dilma Rousseff, aliás, quero ter coisa alguma contra quem quer que seja (tarefa mesmo difícil amar a todos, mas é mandamento de Deus), porém gostaria de saber o motivo de ela insistir nessa história de “presidentA”. Não que esteja errado, trata-se de uma palavra dicionarizada, inclusive, embora pouco aceita. Para mim, o seu uso no Brasil atual é uma jogada de marketing. Provavelmente a ideia é enfatizar "o gênero", digo, no sentido de que a Dilma é a primeira MULHER a ocupar o maior cargo governamental do país. Bem, tomara que o povo não se atrapalhe e passe a empregar o “enta” para a criação de outros vocábulos, maluquices como superintendenta, gerenta, estudanta? Que fiquemos livres disso!!!
E pensando nessa condição de se livrar; penso... Que mundão besta esse em que a gente vive, hein? Obviamente a atual presidência é um marco na política brasileira, mas presidentE ou presidentA, ela passará. Tem gente que nem sabe onde fica o Brasil! Ela passará, tudo passará. Vamos, portanto, fazer o esforço diário de negar o que dizem ser necessário. O que é importante para você? O que tem sido o centro da sua vida? Com quais entretenimentos/atividades você gasta o seu tempo? Tempo... Tudo passará. Está passando agora.
01 Novembro, 2011
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