17 outubro, 2009

Ao longo da vida você vai constatando...

1.As pessoas não estão contra você, estão a favor delas – Às vezes você fica chateado, magoado ou com raiva por causa da forma como uma pessoa te tratou, colocando a culpa em você quando algo dá errado, por exemplo. Na verdade, essa é uma maneira que ela tem de se proteger, por mais que te ame, te respeite ou admire. Nem sempre é pessoal.

2.Homens podem chorar, sim! – Não sei quem foi o bobo que inventou essa história de que homem não pode chorar. Se assim fosse, Deus não os teria feito com lágrimas.

3.A gente sempre espera que as pessoas não façam com a gente o que a gente não seria capaz de fazer – Nunca se espante! Tem gente para tudo!

4. Às vezes é melhor calar – Tem gente que tem a resposta na ponta da língua ou fala tudo que vem à mente. Tenho aprendido que essa não é a melhor forma de lidar com as situações difíceis, especialmente quando nos sentimos magoados ou ofendidos. Engula a palavra ruim que você vai dizer na hora da chateação. Normalmente quem fez a provocação se arrepende, ou, pelos menos, você evita uma briga ainda maior.

5.Trabalho é meio de vida, não é meio de morte – Pense na sua forma de trabalhar, na sua forma de lidar com as tarefas. Pense sobre o ambiente de trabalho em que você atua, a carga de trabalho e, principalmente, analise se tem qualidade de vida. Boa parte do tempo você passa trabalhando e tudo o que vive lá acaba, você querendo ou não, se refletindo na sua vida pessoal. É inevitável.

10 outubro, 2009

Recomendo – parte 22

1.Chocolate em barra Classic Duo (chocolate preto e branco) da Nestlé.

2.Quando houver show de Toquinho, pode ir sem pensar duas vezes. Os músicos são excelentes, a cantora que o acompanha também e o repertório é lindo! Além das suas composições, ele toca Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Dorival Caymmi, Jorge Ben Jor, entre outros. Conta casos ótimos desses artistas e também, vamos combinar; ouvir aquarela ao vivo é maravilhoso!!!

3.Jogos simples como forca, ABC e mímica. Dá para garantir tranquilamente a diversão entre amigos.

4.Se estiver no Salvador Shopping e resolver almoçar um prato mais saudável, aposte do restaurante por quilo Raízes. A comida não é aquela coisa sem graça, sem sabor.

5.Para reviver a década de 80, a música "I’ve had the time of my life", tema do filme Dirty Dancing.

6.No You Tube o vídeo do “Quem disse que bebê não gosta de música eletrônica”.

7.Mudar o visual. É ótimo para a autoestima.

8.Para as mulheres e meninas apaixonadas pela Barbie, indico a mostra comemorativa de 50 anos da boneca mais famosa do mundo. São diversos modelos, inclusive étnicos, expostos no Salvador Shopping até o dia 29 de outubro.

9.Se estiver arrumando o seu armário e ficar na dúvida sobre dar ou não determinadas peças, vista cada uma delas, olhe-se no espelho e se pergunte: “se estivesse numa loja agora e experimentasse essa roupa eu compraria?”. É batata!

05 outubro, 2009

Um papel toalha, por favor?

São ditos “ecologicamente corretos e mais econômicos”, mas ninguém os merece. Refiro-me aos secadores de mãos automáticos que as empresas têm instalado nos sanitários. Aliás, não conheço quem goste desses equipamentos cheios de propósitos e tão pouco eficientes. Fazem barulho muito bem e não enxugam. Sempre desisto de esperar que resolvam o meu problema e, invariavelmente, saio secando as mãos em papel higiênico ou mesmo na minha roupa.

Vocês devem estar pensando que sou louca; escrevendo um texto sobre secadores de mãos automáticos. Antes que me perguntem a respeito do chip implantado em minha cabeça, quero logo esclarecer essa inspiração doida. Tudo isso nasceu de uma reflexão; acho que há muitas pessoas-secadores-de-mãos-automáticos por aí. “Hã???” calma, calma, vou explicar...

Num primeiro contato podem parecer ótimas, carregam um discurso muito bonito, sobre quem são e como agem, mas com um pouco mais de convivência você percebe que é melhor não contar com elas, porque: não vão efetivamente te ajudar, vão te fazer perder tempo, a paciência, e continuarão ali, fazendo “cena” para os próximos bobos que nelas acreditarem.

A dica é: deixemos que façam o seu barulho - que falem de si e se mostrem presentes-; aceitemos a sua presença; saibamos que na hora da dificuldade não estarão dispostas de fato a colaborar e, por último, procuremos sempre uma alternativa que não seja lhes pedir ajuda.

Depois de tudo isso, quem se habilita a falar das pessoas-papel-toalha?



Ingrid Dragone