21 janeiro, 2008

Inefável


Nadas vêm à voz...

Cair-me em tuas pupilas?

Deixar que signifique

O Poema-infinito

Que idiomas não podem?


Quimeras e páginas

Do esquerdo-peito

Não se bastam por metáforas,

Nenhuma delas

Seja tão, tão...

Ah! Deveria desistir!


Declare-me

Se igualmente

Não consegues explicar-me!

Pois um dia longe

O poeta falou-me

Do pulsar-sem-palavras

Compreendendo-o ... amor!



Ingrid Dragone


4 comentários:

Roberto Camara Jr. disse...

Quantos loucos, poetas e médicos já tentaram definir defini-lo.
Quantos já mataram e morreram por ele.
Esquecem, no entanto, que a última coisa de que ele precisa, é uma definição...
Basta ser.
Só sei que invejo quem o tem.
E ainda mais quem o recebe.....

Anônimo disse...

Metaforas não adiantam....e palavras muito menos...
O que precisava ser definido foi dito pelo seu amigo Roberto....basta ser!!!
Entende quem quer....e principalmente quem quer receber.....mas com certeza continua lá...
Linda poesia In.
bjs..
Luiz

INGRID DRAGONE disse...

Que bom que vc entrou na minha viagem Roberto... rs.

INGRID DRAGONE disse...

Obrigada Luiz!!! Rapaz sensível!!! Raridade! rs.